Numa tarde cansada de outono, quando o sol se escondeu no horizonte. Ao ruído infantil de uma fonte, eu me pus a pensar em você. Em você que se sente perdido quando põe seu olhar nas estrelas, e de tanto contá-las e vê-las, já não sabe se crê ou não crê. Eu conheço as milhões de perguntas que você que falou que não crê, e que diz que só crê no que vê, todo dia pergunta pra Deus. Eu conheço as milhões de respostas, que ninguém tem coragem de dar, quando a vida nos vem questionar; Como vê somos todos ateus. Numa tarde tristonha de inverno retornei ao murmúrio da fonte. Não havia mais sol no horizonte, e eu me pus a pensar nos cristãos. Nos cristãos que se sentem tranquilos, quando põe seu olhar nas estrelas. E de tanto contá-las e vê-las, nunca mais põe os olhos no chão. Eu conheço as milhões de respostas, que esta gente que fala que crê, mas não ouve, não pensa e não lê, não responde por medo de Deus. Eu conheço as milhões de perguntas que os cristãos nunca ousam fazer. Pois terão de se comprometer; Como vê somos todos ateus.

O homem é um Universo em Evolução

O homem é um Universo em Evolução

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Magnetismo Pessoal


Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos(Isías: 53, 3 à 6)
Somos magnetos, por natureza. Atraímos o bem e o mal produzidos por nossas emanações confusas; boas e ruins ao mesmo tempo.
As emoções que sentimos geram uma freqüência que se move para além de nós, reverberando universo afora, conectando-se a outras vibrações de ressonância similar. Tais interações de frequências formam uma corrente magnética poderosa que é o que determina o que atraímos e o que repelimos. Dessa forma, interagimos inconscientemente com pessoas e situações, no nível das vibrações, criando aquilo que chamamos comumente de carisma ou magnetismo pessoal.
Uma vez conhecida a metodologia capaz de induzir um magnetismo pessoal positivo, poderemos interferir no curso cego dos acontecimentos, criando um campo magnético propício para atrair coisas, eventos e circunstâncias que nos tragam bem-estar, sucesso e felicidade. Vejamos como isso funciona.
Podemos caracterizar o magnetismo pessoal sob dois aspectos, negativo e positivo. O primeiro atrai toda sorte de energias nefastas, já que a sintonia foi estabelecida dentro de um espectro sombrio. O segundo gera um magnetismo excepcional composto por energias subliminares que lhe são peculiares.
Quando pensamos em algo bom ou construtivo, somos circundados por uma vibração energética agradável que gera um sentimento positivo. Isso cria um magnetismo positivo nas instâncias mais sutis do nosso ser, fazendo com que sejamos capazes de atrair vibrações similares.
Sempre que nos sentimos bem, capazes e poderosos, é como se ligássemos nossa tomada invisível à corrente da Energia Universal. Isso nos transforma imediatamente em magnetos capazes de atrair o bem-estar cósmico que flui à nossa volta. A partir de tal conexão, tudo passa a conspirar a nosso favor e as coisas que almejamos acontecem, com naturalidade.
Todos os homens que alcançam o sucesso na vida têm algo em comum: são movidos por um entusiasmo vibrante e executam o projeto de vida que escolheram com extrema paixão. Isso cria um magnetismo pessoal que acaba por cativar todas as pessoas ao redor.
Use o magnetismo pessoal a seu favor. Crie sentimentos bons, leves e positivos e logo você também será assolado por uma avalanche de circunstancias favoráveis.
A aura benéfica formada por emoções nobres e elevadas gera matrizes holográficas poderosíssimas. Dessa forma, ao persistir no bem-estar, você será capaz de remodelar sua essência transformando-se num centro magnético de atração.
Ao sentir-se bem, próspero e feliz, você se tornará um imã. Esse magnetismo pessoal será sentido por outras pessoas que, sem perceber, passarão a colaborar para que aquilo que você sente se torne realidade objetiva.
Esteja ciente de que o seu magnetismo pessoal dependerá sempre do seu sentimento e não apenas do pensamento efêmero produzido pela mente. Assim sendo, sempre que você queira gerar uma onda magnética positiva em torno de si, saiba que, invariavelmente, as suas emoções deverão ser da mesma natureza.
Dirija seus sentimentos para o bem, para o belo e para o justo e tudo de bom passará a ser atraído naturalmente para a sua experiência de vida.

Gerando Magnetismo Pessoal




Pois foi do agrado de Deus que nele habitasse toda a plenitude,
e por meio dele reconciliasse consigo todas as coisas, tanto as que estão na terra quanto as que estão no céu, estabelecendo a paz pelo seu sangue derramado na cruz.
(Colossenses 1:19,20)


Adiantou-se um pouco e, prostrando-se com a face por terra, assim rezou: Meu Pai, se é possível, afasta de mim este cálice! Todavia não se faça o que eu quero, mas sim o que tu queres. (Mateus 26:34)
O Senhor Me Abençoou
Padre Zezinho
  
Meu Senhor não perguntou
Se eu queria o seu amor
Simplesmente me amou, simplesmente me amou.
Meu Senhor não consultou
Que projetos tinha eu
Simplesmente me escolheu, Simplesmente me escolheu.
Eu não quero me esquecer
Que o Senhor me abençoou
Tenho muito o que aprender
Meu Senhor foi quem mandou
Vai falar do meu amor...
Vai profetizar.
Meu Senhor não perguntou
Se eu queria a sua cruz
Simplesmente a carregou, simplesmente a carregou.
O Senhor não esperou
Que eu lhe respondesse sim
Simplesmente se entregou
E na cruz morreu por mim.
Eu não quero me esquecer
Que o Senhor me abençoou
Tenho muito o que aprender
Meu Senhor foi quem mandou
Vai falar do meu amor...
Vai profetizar.
Vai profetizar!

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

O Poder do Toque - Magnetismo Pessoal

E disse Jesus: Quem é que me tocou? E, negando todos, disse Pedro e os que estavam com ele: Mestre, a multidão te aperta e te oprime, e dizes: Quem é que me tocou?
E disse Jesus: Alguém me tocou, porque bem conheci que de mim saiu virtude.
Então, vendo a mulher que não podia ocultar-se, aproximou-se tremendo e, prostrando-se ante ele, declarou-lhe diante de todo o povo a causa por que lhe havia tocado, e como logo sarara.
E ele lhe disse: Tem bom ânimo, filha, a tua fé te salvou; vai em paz.

Lucas 8:45-48


Como aumentar o seu Magnetismo Pessoal



O Poder do Toque   
Como aumentar o seu Magnetismo Pessoal

O psicologista Matthew Hertenstein em 2009, fez um experimento curioso que revelou uma capacidade humana muito interessante. A capacidade de nos comunicar, ou seja transmitir e receber informações pela nossa pele.
Veja bem, o experimento era o seguinte:
Apenas com um toque no antebraço, os participantes do estudo deveriam transmitir 12 emoções diferentes para outra pessoa.
Essa pessoa ficava vendada e não podia ver quem estava tocando e nem ver o toque.
quando não eram tocadas, mas o simples fato do pesquisador tocar na parte de cima do braço de algumas pessoas fazia esse numero aumentar para mais de 81% entre os tocados. Legal ne?
E isso não é tudo, Vaidis and Halimi-Falkowicz em 2008 fizeram um teste parecido só que dessa vez eles davam 2 toques na pessoa e acredite isso aumentou ainda mais a porcentagem de pessoas que aceitaram participar e preencher o questionario.
Ou seja, isso significa que um simples toque aumenta a complacência das pessoas no que você esta propondo. E tem mais…Também foi provado em outro experimento feito por Crusco & Wetzel em 1984 que as pessoas deixavam mais gorjetas para os garçons que as tocavam.Enfim ela tinha que decodificar se era um toque de raiva, amor, gratidão, simpatia e acontece que os resultados foram bem acurados. O que comprovou que podemos transmitir e interpretar emoções com apenas um toque.

Agora, isso não é o mais legal.
Em uma outra pesquisa feita por Willis and Hamm em 1980, as pessoas eram paradas na rua para assinarem um questionário.
55% das pessoas assinavam o questionário

Isso não é incrível?
Na verdade essa é uma das formas de comunicação mais poderosas que existem e a primeira linguagem que aprendemos na vida.
Um bebe antes de soltar palavras aprende a se comunicar e entender o mundo a sua volta pelo toque. Por isso que eles querem pegar tudo e colocar na boca, eles querem sentir, eles querem aprender.
Em uma massagem por exemplo, onde a quantidade de toque é muito maior…. existe uma liberação de ocitocina que reduz a ansiedade e promove um senso paz e tranquilidade. Da mesma forma como um abraço pode ajudar a eliminar depressão, estresse e ansiedade.
E não é só isso, um toque tem o poder de fazer muito mais coisas.
Veja bem, existe o toque ambíguo que é uma técnica de hipnose para colocar as pessoas em transe. Existe o toque de charcot usado na indução ao sonambulismo mesmérico.
Existe o toque terapêutico usado para promover curas.
Enfim, o #hackmental de hoje é muito simples!
Para aumentar suas chances de uma pessoa concordar com você, se interessar pela sua mensagem ou mesmo se sentir mais atraída por você basta que você a toque.
Agora, lembre-se que o toque carrega a emoção que você esta sentindo e o subconsciente da outra pessoa pode captar isso.
Então não de um toque qualquer só por dar, use o toque como uma ferramenta para aumentar o poder da sua comunicação. E transmitir mais vivacidade ao que esta dizendo.
E se conhece alguém que esta vivendo um momento ruim na vida, lembre-se que o bom e velho abraço pode ajudar muito.
Espero que essa informação tenha sido útil, obrigado pela sua atenção.
Fonte: Marcelo Maia

Sobre Marcelo Maia


Eu acredito que conhecer a mente humana e entender os mecanismos do Subconsciente é um passo fundamental para seu crescimento. Como professor e empresário aprendi na prática o que funciona e o que é perda de tempo. Ao disponibilizar as ferramentas que eu mesmo utilizo com técnicas inovadoras, acredito que estou colaborando com o desenvolvimento pessoal e profissional no Brasil.”


HE TOUCHED ME - Elvis Presley (LEGENDADA)



Disse-lhe Jesus: Não me toques; porque ainda não subi ao Pai, mas vai a meus irmãos e dize-lhes que subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus. (João 20:17)



Tocou-me
Denise
Algemado por um peso
Oh, quão triste eu andei
Até sentir a mão de Cristo
Não sou mais como eu era, eu sei

Tocou-me, Jesus, tocou-me
De paz ele encheu meu coração
Quando o Senhor Jesus me tocou
Livrou-me da escuridão

Desde que aceitei a Cristo
E senti seu terno amor
Eu tenho achado paz e vida
Pra sempre cantarei em seu louvor

Tocou-me, Jesus, tocou-me
De paz ele encheu meu coração
Quando o Senhor Jesus me tocou
Livrou-me da escuridão


  


segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Hipnose, a Poderosa Força que pode nos Libertar ou nos Destruir

A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!


Vivemos 24 horas por dia sofrendo os Efeitos da Hipnose através das Sugestões e das Auto-Sugestões. Somos sugestionados frequentemente pelos meios de comunicação, leituras ou opiniões das pessoas ao nosso redor e por muitos outros meios que não percebemos. Também nos sugestionamos com nossos próprios Pensamentos ou até mesmo com nossas próprias palavras ditas sem pensar. Quando uma Sugestão é repetida varias vezes, a nossa Mente Subconsciente acaba aceitando tal sugestão como verdadeira e através do seu Poder faz com que uma Ilusão ou uma Mentira se torne Realidade para nós.

Também eu quererei as suas ilusões, farei vir sobre eles os seus temores, porquanto clamei, e ninguém respondeu; falei, e não escutaram, mas fizeram 
o que é mal aos meus olhos e escolheram aquilo em que eu não tinha prazer.
(Isaías 66:4)


Vejamos o que é Mente Consciente e o que é Mente Inconsciente ou Subconsciente:  Mente consciente. É a parte do cérebro que pensa. Essa parte tem alguns limites gravados, por isso ela compara e identifica se algo é bom ou ruim. Nosso subconsciente é a parte de nossa mente a qual não temos a capacidade de controlar, porém é essa a parte de nossa mente que nos controla. Nosso subconsciente é a parte de nossa mente onde ficam armazenadas todas as nossas memórias.



Pois conhecemos aquele que disse: "A mim pertence a vingança; eu retribuirei"; e outra vez: "O Senhor julgará o seu povo".
Terrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo!
(Hebreus 10:30,31)


Vede agora que eu, eu o sou, e mais nenhum deus há além de mim; eu mato, e eu faço viver; eu firo, e eu saro, e ninguém há que escape da minha mão.
Porque levantarei a minha mão aos céus, e direi: Eu vivo para sempre.
Deuteronômio 32:39,40




Ninguém, sendo tentado, diga: Sou tentado por Deus;porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele a ninguém tenta. Cada um, porém, é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência; então a concupiscência, havendo concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte(Tiago: 1, 13 à !5)


Marcos 14:38
Vigiai e orai, para não cairdes em tentação, pois, de um lado, o espírito está pronto, mas, por outro lado, a carne é fraca”.


1 Pedro 5:8
Sede sensatos e vigilantes. O Diabo, vosso inimigo, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem devorar.


Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. (Tiago 4:7)


Resumo sobre a Hipnose

A Hipnose

Hipnose é um estado da mente que todos nós experimentamos, naturalmente, ao longo do dia. Por exemplo, ao dirigir o carro, você pode não se lembrar que está dirigindo, como se estivesse no piloto automático.
O estado hipnótico natural também acontece quando você lê um bom livro, envolve-se com um filme interessante ou em qualquer outra atividade onde todas as outras coisas parecem ter sido bloqueadas. Alguém pode conversar com você e você pode não escutá-lo.
Em qualquer circunstância onde seja necessária uma grande concentração, automaticamente você se transfere para um estado hipnótico natural.

Aplicações da Hipnose

A hipnose moderna tem sido usada, com sucesso, para construir a auto-estima, mudar hábitos, perder peso, parar de fumar, melhorar a memória, modificar problemas comportamentais em adultos e crianças, eliminar ansiedade, medos, fobias, tratar a depressão, stress, preparar o sujeito para cirurgias, entrevistas, exames etc. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 90% da população mundial pode ser hipnotizada.

O uso da hipnoterapia é feito para acelerar o processo de terapia e encurtar o tempo de tratamento. O tempo varia de acordo com a pessoa e o problema, de uma sessão a alguns meses de trabalho.

Transe Hipnótico
É comum as pessoas ficarem curiosas para saber o que elas vivenciarão no transe. Tem algumas pessoas que imaginam que regressarão ao útero materno, outras imaginam que fatos importantes
vão ser revelados durante o mesmo, outras acreditam e portanto querem voltar a outras vidas passadas, etc. As expectativas das pessoas variam de acordo como aprenderam ou ouviram dizer sobre do que seja realmente o transe hipnótico.

Uma coisa é importante as pessoas saberem : cada transe é único, ou melhor, acontece a cada vez de maneira diferente. Isto porque cada momento da vida de uma pessoa também é diferente. Sendo assim, pode parecer, à primeira vista, difícil para uma pessoa saber se realmente esteve em transe ou não. Na verdade, como já foi dito, o transe é natural, e acontece tão naturalmente no nosso dia a dia, e na maioria das vezes tão rápido, que não nos damos conta. O que acontece no transe hipnótico é que ele pode se estender por um tempo maior, podendo assim a pessoa se dar conta das transformações que aconteceram com ela durante esse período.

Durante o transe hipnótico acontecem os fenômenos hipnóticos, e são estes que mostram para o hipnoterapeuta e, alguns para a própria pessoa que ela realmente esteve em transe. Muitos desses fenômenos acontecem naturalmente ou são induzidos pelo hipnólogo.


Dados Pessoais

Marco Paulo Alvim Reis
Psicólogo - Hipnoterapeuta
CRP 04/906
Tel: (0 XX 31) 3297-8716 / 3375-8758 / 9973-9575


"Como funciona o consciente?


A mente consciente é a mente racional. Ela tem a capacidade de pensar, sabe o que é certo ou errado, tem noção de tempo e espaço. Ela tem discernimento em aceitar ou rejeitar informações. Sua função é nos proteger, pois como dito, a mente consciente sabe diferenciar o certo ou o errado.
Como funciona o subconsciente?
Nossa mente subconsciente é o contrário da mente consciente. O subconsciente não pensa, não tem noção de tempo e não sabe diferenciar o certo do errado, ou seja, tudo o que você conseguir impregnar em sua mente subconsciente, o mesmo aceitará como verdade.
Exatamente isso que você leu, tudo que for colocado em seu subconsciente, o mesmo aceitará como verdade. (Por: Will Almeida)".


Porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito. (Marcos 11:23)

Resumo sobre o Poder do Subconsciente

O Poder do Subconsciente
Dr. Joseph Murphy (1898-1981)
O Dr. Joseph Murphy escreveu inúmeros livros, ensinou, aconselhou e ministrou palestras a milhares de pessoas do mundo todo por aproximadamente 50 anos. Ele nasceu em 1898 e recebeu sua educação na Irlanda e na Inglaterra. Investiu muitos anos de sua vida na pesquisa da espiritualidade dentro das maiores religiões do mundo, principalmente as orientais, isso o convenceu de que há um grande poder por trás da espiritualidade de todas as religiões e que esse poder está dentro de você!

O Poder do Subconsciente (título original em inglês: The Power of your Subconscious Mind) é um livro de autoria do Dr. Joseph Murphy1 .


O livro, um dos primeiros e mais famosos livros de mentalismo afirma que existe um poder dentro de cada um de nós e este poder é acionado pelo pensamento. Dr. Murphy demonstra certa influência em sua obra,com a psicologia Junguiana, particularmente das ideias de sincronicidade e inconsciente coletivo.
Sem duvidas um dos melhores e mais populares livros de auto-ajuda já escritos, O Poder do Subconsciente ajudou milhões de pessoas a alcançarem grandes objetivos apenas mudando a maneira de pensar. As técnicas revolucionárias descritas pelo Dr. Murphy,baseiam-se em um princípio simples e prático: se você acredita em algo sem restrições e faz um retrato disso em sua mente, remove os obstáculos subconscientes para que seu desejo se concretize. Assim, qualquer um pode transformar em realidade aquilo em que acredita. Com a descrição de histórias verídicas de sucesso, O Poder do Subconsciente é um guia para libertar o poder da mente que revela segredos para melhorar um casamento, vencer medos, eliminar hábitos nocivos, dinheiro e a felicidade pessoal.
Murphy defende a tese de que a mente subconsciente, ao aceitar uma ideia, começa imediatamente a pô-la em prática por meios sobrenaturais. Desta forma, para se alcançar osucesso e o êxito é necessário unicamente se conseguir que a mente subconsciente aceite a ideia de sucesso, êxito, saúde, tranquilidade ou a posição social que se deseja. Contudo, segundo Murphy, a mente subconsciente aceita tudo que lhe é sugestionado de forma vigorosa e constante, mesmo que seja falso, provocando resultados desfavoráveis. Desta forma, ele sugere que as pessoas utilizem a auto-sugestão, principalmente durante os instantes antes de dormir, por meio de preces dirigidas à mente universal de Deus, quando a mente consciente está mais passiva, tornando o subconsciente mais recetivo. Deste modo, a mente consciente não resistiria às ideias que queira se imprimir na mente subconsciente.




Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus;
Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado.
(Romanos 7:18-25)



Oração de São Francisco de Assis - Fagner

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz
Onde houver ódio, que eu leve o amor
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão
Onde houver discórdia, que eu leve união

Onde houver dúvida, que eu leve a fé
Onde houver erro, que eu leve a verdade
Onde houver desespero, que eu leve a esperança
Onde houver tristeza, que eu leve alegria
Onde houver trevas, que eu leve a luz

Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado
Compreender, que ser compreendido
Amar, que ser amado
Pois é dando que se recebe
É perdoando que se é perdoado
E é morrendo que se vive
Para a vida eterna



quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

A verdadeira história do Natal

A humanidade comemora essa data desde bem antes do nascimento de Jesus. Conheça o bolo de tradições que deram origem à festa.


Por Alexandre Versignassi e Thiago Minami

Roma, século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança. Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de “nascimento” do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência. A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada das trevas para luz: o “renascimento” do Sol. Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte. E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano. A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra, o deus da luz, no 25 de dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de inverno – pelo calendário atual, diferente daquele dos romanos, o fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, o culto a Mitra chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império. Mitra, então, ganhou uma celebração exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra farra dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para homenagear Saturno, senhor da agricultura. “O ponto inicial dessa comemoração eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro das casas, todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes”, dizem os historiadores Mary Beard e John North no livro Religions of Rome (“Religiões de Roma”, sem tradução para o português). Os mais animados se entregavam a orgias – mas isso os romanos faziam o tempo todo. Bom, enquanto isso, uma religião nanica que não dava bola para essas coisas crescia em Roma: o cristianismo.
Solstício cristão
As datas religiosas mais importantes para os primeiros seguidores de Jesus só tinham a ver com o martírio dele: a Sexta-Feira Santa (crucificação) e a Páscoa (ressurreição). O costume, afinal, era lembrar apenas a morte de personagens importantes. Líderes da Igreja achavam que não fazia sentido comemorar o nascimento de um santo ou de um mártir – já que ele só se torna uma coisa ou outra depois de morrer. Sem falar que ninguém fazia idéia da data em que Cristo veio ao mundo – o Novo Testamento não diz nada a respeito. Só que tinha uma coisa: os fiéis de Roma queriam arranjar algo para fazer frente às comemorações pelo solstício. E colocar uma celebração cristã bem nessa época viria a calhar – principalmente para os chefes da Igreja, que teriam mais facilidade em amealhar novos fiéis. Aí, em 221 d.C., o historiador cristão Sextus Julius Africanus teve a sacada: cravou o aniversário de Jesus no dia 25 de dezembro, nascimento de Mitra. A Igreja aceitou a proposta e, a partir do século 4, quando o cristianismo virou a religião oficial do Império, o Festival do Sol Invicto começou a mudar de homenageado. “Associado ao deus-sol, Jesus assumiu a forma da luz que traria a salvação para a humanidade”, diz o historiador Pedro Paulo Funari, da Unicamp. Assim, a invenção católica herdava tradições anteriores. “Ao contrário do que se pensa, os cristãos nem sempre destruíam as outras percepções de mundo como rolos compressores. Nesse caso, o que ocorreu foi uma troca cultural”, afirma outro historiador especialista em Antiguidade, André Chevitarese, da UFRJ. Não dá para dizer ao certo como eram os primeiros Natais cristãos, mas é fato que hábitos como a troca de presentes e as refeições suntuosas permaneceram. E a coisa não parou por aí. Ao longo da Idade Média, enquanto missionários espalhavam o cristianismo pela Europa, costumes de outros povos foram entrando para a tradição natalina. A que deixou um legado mais forte foi o Yule, a festa que os nórdicos faziam em homenagem ao solstício. O presunto da ceia, a decoração toda colorida das casas e a árvore de Natal vêm de lá. Só isso. Outra contribuição do norte foi a idéia de um ser sobrenatural que dá presentes para as criancinhas durante o Yule. Em algumas tradições escandinavas, era (e ainda é) um gnomo quem cumpre esse papel. Mas essa figura logo ganharia traços mais humanos.
Nasce o Papai Noel

Ásia Menor, século 4. Três moças da cidade de Myra (onde hoje fica a Turquia) estavam na pior. O pai delas não tinha um gato para puxar pelo rabo, e as garotas só viam um jeito de sair da miséria: entrar para o ramo da prostituição. Foi então que, numa noite de inverno, um homem misterioso jogou um saquinho cheio de ouro pela janela (alguns dizem que foi pela chaminé) e sumiu. Na noite seguinte, atirou outro; depois, mais outro. Um para cada moça. Aí as meninas usaram o ouro como dotes de casamento – não dava para arranjar um bom marido na época sem pagar por isso. E viveram felizes para sempre, sem o fantasma de entrar para a vida, digamos, “profissional”. Tudo graças ao sujeito dos saquinhos. O nome dele? Papai Noel. Bom, mais ou menos. O tal benfeitor era um homem de carne e osso conhecido como Nicolau de Myra, o bispo da cidade. Não existem registros históricos sobre a vida dele, mas lenda é o que não falta. Nicolau seria um ricaço que passou a vida dando presentes para os pobres. Histórias sobre a generosidade do bispo, como essa das moças que escaparam do bordel, ganharam status de mito. Logo atribuíram toda sorte de milagres a ele. E um século após sua morte, o bispo foi canonizado pela Igreja Católica. Virou são Nicolau. Um santo multiuso: padroeiro das crianças, dos mercadores e dos marinheiros, que levaram sua fama de bonzinho para todos os cantos do Velho Continente. Na Rússia e na Grécia Nicolau virou o santo nº1, a Nossa Senhora Aparecida deles. No resto da Europa, a imagem benevolente do bispo de Myra se fundiu com as tradições do Natal. E ele virou o presenteador oficial da data. Na Grã-Bretanha, passaram a chamá-lo de Father Christmas (Papai Natal). Os franceses cunharam Pére Nöel, que quer dizer a mesma coisa e deu origem ao nome que usamos aqui. Na Holanda, o santo Nicolau teve o nome encurtado para Sinterklaas. E o povo dos Países Baixos levou essa versão para a colônia holandesa de Nova Amsterdã (atual Nova York) no século 17 – daí o Santa Claus que os ianques adotariam depois. Assim o Natal que a gente conhece ia ganhando o mundo, mas nem todos gostaram da idéia.
Natal fora-da-lei
Inglaterra, década de 1640. Em meio a uma sangrenta guerra civil, o rei Charles 1º digladiava com os cristãos puritanos – os filhotes mais radicais da Reforma Protestante, que dividiu o cristianismo em várias facções no século 16. Os puritanos queriam quebrar todos os laços que outras igrejas protestantes, como a anglicana, dos nobres ingleses, ainda mantinham com o catolicismo. A idéia de comemorar o Natal, veja só, era um desses laços. Então precisava ser extirpada. Primeiro, eles tentaram mudar o nome da data de “Christmas” (Christ’s mass, ou Missa de Cristo) para Christide (Tempo de Cristo) – já que “missa” é um termo católico. Não satisfeitos, decidiram extinguir o Natal numa canetada: em 1645, o Parlamento, de maioria puritana, proibiu as comemorações pelo nascimento de Cristo. As justificativas eram que, além de não estar mencionada na Bíblia, a festa ainda dava início a 12 dias de gula, preguiça e mais um punhado de outros pecados. A população não quis nem saber e continuou a cair na gandaia às escondidas. Em 1649, Charles 1º foi executado e o líder do exército puritano Oliver Cromwell assumiu o poder. As intrigas sobre a comemoração se acirraram, e chegaram a pancadaria e repressões violentas. A situação, no entanto, durou pouco. Em 1658 Cromwell morreu e a restauração da monarquia trouxe a festa de volta. Mas o Natal não estava completamente a salvo. Alguns puritanos do outro lado do oceano logo proibiriam a comemoração em suas bandas. Foi na então colônia inglesa de Boston, onde festejar o 25 de dezembro virou uma prática ilegal entre 1659 e 1681. O lugar que se tornaria os EUA, afinal, tinha sido colonizado por puritanos ainda mais linha-dura que os seguidores de Cromwell. Tanto que o Natal só virou feriado nacional por lá em 1870, quando uma nova realidade já falava mais alto que cismas religiosas.
Tio Patinhas

Londres, 1846, auge da Revolução Industrial. O rico Ebenezer Scrooge passa seus Natais sozinho e quer que os pobres se explodam “para acabar com o crescimento da população”, dizia. Mas aí ele recebe a visita de 3 espíritos que representam o Natal. Eles lhe ensinam que essa é a data para esquecer diferenças sociais, abrir o coração, compartilhar riquezas. E o pão-duro se transforma num homem generoso. Eis o enredo de Um Conto de Natal, do britânico Charles Dickens. O escritor vivia em uma Londres caótica, suja e superpopulada – o número de habitantes tinha saltado de 1 milhão para 2,3 milhões na 1a metade do século 19. Dickens, então, carregou nas tintas para evocar o Natal como um momento de redenção contra esse estresse todo, um intervalo de fraternidade em meio à competição do capitalismo industrial. Depois, inúmeros escritores seguiram a mesma linha – o nome original do Tio Patinhas, por exemplo, é Uncle Scrooge, e a primeira história do pato avarento, feita em 1947, faz paródia a Um Conto de Natal. Tudo isso, no fim das contas, consolidou a imagem do “espírito natalino” que hoje retumba na mídia. Quer dizer: quando começar o próximo especial de Natal na televisão, pode ter certeza de que o fantasma de Dickens vai estar ali. Outra contribuição da Revolução Industrial, bem mais óbvia, foi a produção em massa. Ela turbinou a indústria dos presentes, fez nascer a publicidade natalina e acabou transformando o bispo Nicolau no garoto-propaganda mais requisitado do planeta. Até meados do século 19, a imagem mais comum dele era a de um bispo mesmo, com manto vermelho e mitra – aquele chapéu comprido que as autoridades católicas usam. Para se enquadrar nos novos tempos, então, o homem passou por uma plástica. O cirurgião foi o desenhista americano Thomas Nast, que em 1862, tirou as referências religiosas, adicionou uns quilinhos a mais, remodelou o figurino vermelho e estabeleceu a residência dele no Pólo Norte – para que o velhinho não pertencesse a país nenhum. Nascia o Papai Noel de hoje. Mas a figura do bom velhinho só bombaria mesmo no mundo todo depois de 1931, quando ele virou estrela de uma série de anúncios da Coca-Cola. A campanha foi sucesso imediato. Tão grande que, nas décadas seguintes, o gorducho se tornou a coisa mais associada ao Natal. Mais até que o verdadeiro homenageado da comemoração. Ele mesmo: o Sol.
DISTRAÇÃO
Pe. Zezinho, scj – ( LP: HISTÓRIAS QUE EU CONTO E CANTO)


Felicidade chegou / nem sequer se apresentou.
Foi entrando de mansinho / Pela fresta que eu deixei, quando a porta eu fechei / e jurei não mais amar.

Esperança chegou, / nem se quer se apresentou.
Foi entrando do mansinho / pela fresta que eu deixei,
no sermão que eu escutei e lutei pra não chorar.

Jesus Cristo chegou / nem sequer se_apresentou.
Foi entrando de mansinho / pela fresta que eu deixei,
num irmão que eu ajudei / sem querer devolução.

Minha vida mudou, / minha paz eu encontrei.
E ela veio de mansinho, / pelas frestas que eu deixei,
o porque me descuidei. / Deus entrou com seu amor.