Numa tarde cansada de outono, quando o sol se escondeu no horizonte. Ao ruído infantil de uma fonte, eu me pus a pensar em você. Em você que se sente perdido quando põe seu olhar nas estrelas, e de tanto contá-las e vê-las, já não sabe se crê ou não crê. Eu conheço as milhões de perguntas que você que falou que não crê, e que diz que só crê no que vê, todo dia pergunta pra Deus. Eu conheço as milhões de respostas, que ninguém tem coragem de dar, quando a vida nos vem questionar; Como vê somos todos ateus. Numa tarde tristonha de inverno retornei ao murmúrio da fonte. Não havia mais sol no horizonte, e eu me pus a pensar nos cristãos. Nos cristãos que se sentem tranquilos, quando põe seu olhar nas estrelas. E de tanto contá-las e vê-las, nunca mais põe os olhos no chão. Eu conheço as milhões de respostas, que esta gente que fala que crê, mas não ouve, não pensa e não lê, não responde por medo de Deus. Eu conheço as milhões de perguntas que os cristãos nunca ousam fazer. Pois terão de se comprometer; Como vê somos todos ateus.

O homem é um Universo em Evolução

O homem é um Universo em Evolução

sábado, 27 de janeiro de 2018

Bhagavad Gita - "Canção do Senhor ou Canto do Mestre"

Sou um estrangeiro para os meus irmãos, um estranho até para os filhos da minha mãe;
pois o zelo pela tua casa me consome, e os insultos daqueles que te insultam caem sobre mim.
Até quando choro e jejuo, tenho que suportar zombaria;
quando ponho vestes de lamento, sou motivo de piada.
Os que se ajuntam na praça falam de mim, e sou a canção dos bêbados. Salmos 69:8-12
Resumo - Roberto Carlos
Qual folha que vaga sem rumo e sem vida
No espaço perdida sou eu a vagar
Qual chuva correndo nos olhos do tempo
Nos mares crescendo, sou eu a chorar
Qual sombra da noite de um céu nevoento
Que canta tristeza, sou eu a cantar
Qual mente que vai aos pés do infinito
Gritando, gritando, sou eu esse grito
Eu sou o consumo de um sol sem calor
Enfim, sou resumo do riso e da dor
Eu colho a tristeza em forma de flor
Na paz da certeza onde canta o amor
Qual sombra da noite de um céu nevoento
Que canta tristeza, sou eu a cantar
Qual mente que vai aos pés do infinito
Gritando, gritando, sou eu esse grito
Qual sombra da noite de um céu nevoento
Que canta tristeza sou eu a cantar
Qual mente que vai aos pés do infinito
Gritando, gritando, sou eu esse grito
Bhagavad Gita – O que É e o que Significa? Como ele é?
O Bhagavad Gita trata-se de um dos textos mais sábios no que diz respeito ao processo de autoconhecimento humano.
De acordo com pesquisadores, a origem destes escritos possui cerca de 5.000 anos e é atribuído aos antigos hindus. O nome Bhagavad Gita pode ser traduzido como “Canção do Senhor” ou “Canto do Mestre”.
A simbologia do Bhagavad Gita
A obra como um todo é repleta de profundos ensinamentos.
Eles são oferecidos por meio da simbologia existente em todos os personagens e cenários de uma luta entre dois grupos inimigos pela conquista de uma gloriosa cidade.
Para que seja possível entender toda riqueza destes escritos, é preciso abordar cada detalhe desta “batalha.”
A cidade de Hastinapura
No Bhagavad Gita, a cidade de Hastinapura representa a gloriosa Cidade da Sabedoria ou Cidade dos Elefantes. Refere-se ao destino no qual os guerreiros almejam chegar ao final da batalha.
Muitos podem se perguntar: Por que esta cidade e os elefantes estão relacionados à sabedoria?
A resposta consiste no fato dos orientais atribuírem ao elefante um símbolo da sabedoria em virtude do seu comportamento, aparência, conduta e costumes.
Este animal caminha pausadamente. Os olhos do elefante são pequenos, simbolizando a pouca importância que devemos dar ao mundo externo. As orelhas grandes denotam nossa necessidade de ouvir muito em busca da compreensão.
Entretanto, ao ouvir o grito da sua manada, não há nada que possa deter este dócil mamífero, que é capaz de arrastar tudo para encontrar a “voz” que o chama. Esta característica simboliza a necessidade de sermos sábios ao ouvirmos a voz do nosso Eu Superior.
Assim, Hastinapura é o destino que todo homem desperto deve almejar conquistar, ou seja, a sabedoria.
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Os Kuros ou Kuravas
Nos escritos do Bhagavad Gita, os Kuros ou Kuravas simbolizam os múltiplos defeitos da personalidade humana, revelando a imagem de um ser mundano, incapaz de atender às aspirações mais sensíveis da alma.
Trata-se do homem que não escuta e muito menos obedece sua consciência interior, não movendo esforços legítimos para corrigir suas imperfeições.
Os Pandavas
Na batalha relatada no Bhagavad Gita, os Pandavas representam as forças positivas e benéficas que contribuem para o crescimento do homem que escuta sua Voz Interior.
Ouvir esta Voz consiste em esforçar-se na superação das limitações, buscando os legítimos valores espirituais por meio da disciplina interior.
O guerreiro Arjuna
Arjuna, o grande guerreiro do Bhagavad Gita, simboliza toda a humanidade
que trava a eterna batalha rumo à superação de si mesmo.
Para o Oriente, Arjuna está como Abraão está para os Hebreus, simbolizando a dolorosa travessia e ao mesmo tempo a chama acesa da fé e da esperança, superando a limitada natureza humana.
Krishna
No Bhagavad Gita, Krishna representa a encarnação da Suprema Divindade, sendo o grande Mestre e conselheiro de Arjuna.
No Oriente, Krishna é uma divindade tão amada e respeitada como Jesus para os cristãos.
Por meio de toda essa simbologia, os escritos trazidos pelo Bhagavad Gita condensam profundos ensinamentos a respeito da natureza humana, revelando a necessidade do homem desapegar-se dos valores que o impedem de alcançar a sabedoria.
Ou seja, para chegar à plena realização e harmonia espiritual, é preciso romper com o orgulho, egoísmo, vaidade e todas as limitações que tentam nos impedir o contato com nossa Essência Interior.

Fonte: Reiki & Terapia 
http://www.reikieterapia.com/


Tente outra vez

Veja !
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!
Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!
Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça aguenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!
Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!
Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!
Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han! Tente outra vez!

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